ITAMARAJU

Vereadora baiana é acusada de improbidade administrativa quebra do decoro e enriquecimento ilícito

Reeleita para o segundo mandato como vereadora, sendo a mais votada da cidade de Itamaruju, com 1.292 votos, Roseneide Cunha, conhecida como Rose da Saúde (PSDB), está sendo acusada de crime de improbidade administrativa, quebra do decoro e enriquecimento ilícito.

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Vereadora baiana é acusada de improbidade administrativa quebra do decoro e enriquecimento ilícito

Reeleita para o segundo mandato como vereadora, sendo a mais votada da cidade de Itamaruju, com 1.292 votos, Roseneide Cunha, conhecida como Rose da Saúde (PSDB), está sendo acusada de crime de improbidade administrativa, quebra do decoro e enriquecimento ilícito.

A edil estaria recebendo o salário como vereadora e também como agente comunitária de Saúde e Endemias, onde é necessário cumprir uma jornada de oito horas diárias em um Posto de Saúde Familiar do distrito de São Paulinho, naquele município.

A denúncia foi feita pela suplente de Rose, Maria da Penha Silva Campos, no plenário da Câmara de Vereadores, nesta quarta-feira (11). Na ocasião foi solicitada a cassação do mandato da vereadora Rose por cometimento de ato de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito e quebra de decoro parlamentar.

 

Condenado por participar de um esquema de superfaturamento no serviço de transporte escolar em Eunápolis, no interior da Bahia, o vereador Nido Vinhas (PSD) perdeu seu mandato na Câmara Municipal de Porto Seguro e terá que devolver um alto valor aos cofres públicos.

O processo corre no Ministério Público Federal (MPF) em segredo de Justiça. O esquema aconteceu na Prefeitura de Porto Seguro e chegam a valores na casa dos R$16 milhões. Segundo a denúncia, Nildo Vinha indicava funcionários para fechar contratos com valores que chegavam ao triplo do que deveria ser executado em uma tabela comum.

Na sentença, o Juiz Federal de Eunápolis, Pablo Baldivieso afirma que os elementos permitem concluir que o Réu tinha pleno conhecimento sobre o esquema fraudulento e que dele participava ativamente, concorrendo para que terceiros se apropriassem de recursos públicos, sem a observância das formalidades legais ou regulamentares aplicáveis à espécie. Ele vai ter que devolver R$350 mil à União.

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